A IMPORTÂNCIA DA FLORESTA NO EQUILÍBRIO DO DIÓXIDO DE CARBONO

Os limites ambientais do atual modelo de civilização são evidentes: cerca de 7 bilhões de toneladas de carbono na forma de CO2, são lançadas na atmosfera a cada ano; destes, 5,5 bilhões originam-se da queima de combustíveis fósseis, enquanto o restante se deve à destruição de florestas, em especial das formações tropicais. Como resultado deste processo, verifica-se um contínuo aumento do efeito estufa com reflexos prováveis sobre o clima, o equilíbrio dos solos, o nível dos oceanos etc. Entre as alternativas propostas com o sentido de alterar o curso das mudanças no meio ambiente, merecem análise mais acurada projetos como o FLORAM/USP, onde se prevê o reflorestamento de 20.106 hectares ao longo de 30 anos.

Qual o real significado desta ação, enquanto mecanismo de controle de CO2?

Em igual medida, há que se examinar o potencial de utilização de novas fontes energéticas livres de CO2 e as possibilidades de colaboração internacional para a resolução destes problemas decisivos para o futuro da humanidade.

Anton Krapfenbauer


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