MUDANÇAS FLORÍSTICAS DURANTE O TRIÁSSICO

O Gondwana No Rio Grande Do Sul

Período Triássico documenta importantes mudanças florísticas. Durante este período, os continentes encontravam-se unidos, formando o supercontinente Pangea. O Mar de Tétis constituía uma enseada separando a Laurásia do Gondwana, abrindo-se a leste em direção ao Paleopacífico. A grande área de terras emersas favoreceu significativas alterações climáticas: verões quentes, invernos gelados e baixa pluviosidade. Com isso, certos grupos de plantas tornaram-se menos abundantes, como foi o caso das psilófitas, licófitas, equisetales e especialmente das pteridospermas Dicroidium (samambaias com sementes) e grupos afins, que dominavam os ambientes úmidos do Hemisfério Sul até o final do Triássico Superior. A partir de então se verifica a sua substituição por uma flora de coníferas com ampla distribuição mundial.

Robson Tadeu Bolzon


Principal | A revista PORT/ESP | Autores | Catálogo | Próximas edições | Como comprar |
Como publicar PORT/ESP | Livro de visitas | Equipe | Contato | UFSM
© 2002-2020 Ciência&Ambiente — Todos os direitos reservados.

Desenvolvido por Pierin.com