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No século XX a ciência evoluiu quanti e qualitativamente, permitindo que o homem entendesse melhor os processos de diferentes áreas do conhecimento. Essa evolução estabeleceu duas condições básicas para a modelagem, o acúmulo de informações científicas e o desenvolvimento da informática. A modelagem, inicialmente restrita à meteorologia e aos estudos aeroespaciais, chegou mais tarde à produção animal. Para se fazer modelagem em produção animal, várias premissas devem ser observadas. Uma das mais importantes é a formação de recursos humanos. Poucas instituições de ensino superior no mundo têm incluído no currículo básico disciplinas que auxiliem os acadêmicos ao pensamento sistêmico. Isso é mais evidente no ocidente, onde a ciência se desenvolveu apoiada fortemente no cartesianismo. Com o fomento pelo CNPq do fortalecimento dos Grupos de Pesquisa, vários professores de diferentes instituições de ensino e pesquisa do Brasil, criaram o Grupo de Modelagem Animal, que tem sede e é coordenado na UFSM. A partir da criação do Grupo deModelagem Animal, os professores definiram várias estratégias para desenvolver a Modelagem. Nesse sentido várias ações foram definidas e implementadas no ensino, na pesquisa e na extensão. Como a modelagem da produção é um tema recente no Brasil, esta página tem o objetivo de abordar a modelagem baseada na experiência do Grupo de Modelagem Animal. São apresentados os aspectos de modelagem no ensino, na pesquisa e na extensão. Prof. Paulo Alberto LOVATTO |

